
as aves, que bebem o céu antes de nós,
morrem de asas abertas num céu incandescente
ao termo da liberdade,
e nós, vencidos, pagamos a morte do consentimento
para sermos gente
onde vence a letra do sentido despiciente
da verdade
*
Fotografia: Carnaval de 2015.
Anúncios
